SP da cultura

“JIM – Musical” revela o outro lado do lendário vocalista do The Doors

Jim Morrison não se matou, ele não estava na autodestruição quando estava em Paris e teve uma overdose (…)

Assim o protagonista do espetáculo, Eriberto Leão, nos afirma e defende com muita convicção sobre a proposta desse musical, que é, de mostrar um lado de Jim Morrison mais focado em seus ideais, tanto literários ligados à poesia beatnik, na defesa da contracultura, como filosóficos ligados aos questionamentos mais realistas de Nietzsche.

Tal afirmação, é justamente para contrapor o que foi retratado no famoso filme sobre a história do Jim e sua banda, “The Doors” (1991) do diretor americano Oliver Stone, que tendencia a só revelar esse lado da autodestruição.

E essa convicção de Eriberto nos revela todo o processo de idealização desse musical, que, de fã da banda desejou realizar um espetáculo em homenagem ao vocalista e, foi assim, que ele chegou no autor, Walter Daguerre, que elaborou o texto da dramaturgia (publicado em livro até), e no diretor, Paulo de Moraes.

O resultado dessa união é o que o público verá em “Jim – Musical”, que não é necessariamente uma biografia teatral do artista americano, e sim, a história de um homem (João Mota) que não o conheceu mas teve a sua vida pautada pelos seus ideais (os citados anteriormente nessa resenha) e tentará resolver os seus próprios conflitos pessoais.

E como Eriberto e Daguerre afirmam, esse espetáculo realmente fará a todos perceberem que “as portas da percepção” estarão abertas e que tudo parecerá infinito! (Alusão à famosa frase de William Blake, a qual inspirou o nome da banda: “Quando as portas da percepção forem abertas, veremos tudo como realmente é: infinito”.)

 


Confira abaixo, com exclusividade do São Paulo da garoa, alguns trechos do espetáculo e a conversa de mais detalhes com o elenco, o diretor e o produtor:

 


Mais fotos por Rafael Gushiken / SP da garoa do dia da coletiva de imprensa e passagem de cenas:

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Serviço:

JIM
https://www.facebook.com/JimMusical/
Dias e horários: Sexta às 21h30 | Sábado às 21h | Domingo às 18h
Ingressos: Sexta e Domingo R$ 80 (Setor A) | R$ 40 (Setor B) Sábado R$ 80 (Setor A) | R$ 50 (Setor B) | R$ 20 no final de semana de estreia: dias 28, 29 e 30 de Outubro
Duração: 65 minutos
Recomendação: 16 anos
Temporada: até 18 de Dezembro

Teatro VIVO (274 lugares)

Facebook: facebook.com/vivoencena | Instagram: @vivoencena

Av. Dr. Chucri Zaidan, 2460 (antigo 860) – Morumbi
Informações: 3279.1520 e 97420.1520
Bilheteria: de terça a domingo, a partir das 14h. Aceita todos os cartões de crédito e débito.
Acessibilidade: 6 lugares para cadeirantes, 2 lugares para mobilidade restrita e 2 cadeiras para obesos.
Vallet: R$ 25.
Vendas: www.ingressorapido.com.br e 4003.1212

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Ficha Técnica
Texto: Walter Daguerre
Direção: Paulo de Moraes
Elenco: Eriberto Leão e Renata Guida
Direção musical: Ricco Vianna
Músicos: Antonio Van Ahn (teclado), Felipe Barão (guitarra) e Rorato (bateria)
Cenografia: Paulo de Moraes
Figurinos: Rita Murtinho
Iluminação: Maneco Quinderé
Assessoria de Imprensa: Morente Forte
Produção executiva: Denise Escudeiro e Bruno Luzes
Produção e coordenação de comunicação: Barata Comunicação

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Rafael Gushiken é o idealizador do São Paulo da garoa, que consiste em ser um projeto colaborativo ou um coletivo de divulgação do cotidiano paulistano por meio de várias expressões artísticas. Conheça o Instagram.com/spdagaroa e o Facebook.com/spdagaroa. Use a hashtag #spdagaroa se for fazer cliques nas mídias sociais!

Agradecimentos especiais a todos os envolvidos desse musical.

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São Paulo da garoa, São Paulo, que terra boa!

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