SP-Arte 2018: Saiba de tudo!

SP da cultura SP ilustrada

SP-Arte 2018 – O Festival Internacional de Arte de São Paulo inicia a sua programação no Pavilhão da Bienal e vai até o dia 15 de abril.
(Foto capa: Divulgação SP-Arte)

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Entre os dias 11 e 15 de abril, o Pavilhão da Bienal recebe a 14ª edição da SP-Arte – Festival Internacional de Arte de São Paulo, mais importante evento do setor na América Latina, com a participação de galerias de 15 países expoentes no mercado das artes.

Se em 2017 a SP-Arte se consolidou como um Festival espalhando-se pela cidade para além dos limites do Ibirapuera, em 2018, além de dar continuidade à expansão por São Paulo, o evento intensifica ainda mais a sua programação dentro do Pavilhão da Bienal. Performances de longa duração e uma seção dedicada a designers independentes, além de galerias nacionais e estrangeiras que participam pela primeira vez, prometem renovar a experiência dos visitantes.

EDIÇÃO 2018

Em um cenário de instabilidade econômica do país, a solidez e relevância conquistadas junto ao mercado garante que a SP-Arte continue sendo um destino para galeristas do mundo inteiro. Para 2018, queremos reforçar nossas atenções nas novidades produzidas no setor. Além da permanência de galerias já consagradas, o Festival também reserva espaço para novos expositores, que trazem olhares inéditos sobre a produção artística“, afirma Fernanda Feitosa, diretora e fundadora da SP-Arte.

Expositores

Mais uma vez, a SPArte atrai as mais renomadas galerias de arte do mundo. Entre os nomes de destaque que retornam à Feira, estão David Zwirner e Marian Goodman (Nova York), White Cube (Londres), Neugerriemschneider (Berlim) e Kurimanzutto (Cidade do México).

Já entre as galerias, Fragment (Moscou) e Cayón (Madri) são destaques entre as novatas internacionais do evento. É a primeira participação de expositores da Rússia na SPArte.

No âmbito nacional, participam não só galerias tradicionais como Dan, Bergamin & Gomide, Vermelho, A Gentil Carioca, Casa Triângulo, Fortes D’Aloia & Gabriel, Luisa Strina e Millan, mas chegam também 12 novatas, entre elas Adelina, Verve, Base e Mapa (as duas últimas no setor Repertório apostando no resgate da obra de artistas históricos), todas paulistanas, e a carioca Gaby Indio da Costa.

Clique aqui e confira a lista com os mais de 160 expositores.

Solo e Repertório

Entre os trabalhos expostos na SPArte, o público poderá conferir os projetos curados Solo e Repertório, espaços concebidos com o objetivo de evidenciar a produção de importantes nomes da contemporaneidade. Neste ano, galerias oriundas de dez países apresentam alguns de seus artistas mais relevantes.

Clique aqui e confira as galerias do projeto Solo.
Clique aqui e confira as galerias do projeto Repertório.

Performances

SPArte inaugura um espaço totalmente dedicado à performance. Ao longo dos cinco dias do Festival, artistas selecionados apresentam cinco performances simultâneas de longa duração, criando uma atmosfera intensa que desafia os limites e a resistência. Essa experiência de imersão radical é um dos destaques da programação.

Expressão artística que vem ganhando cada vez mais destaque no Brasil e no mundo, a performance foi incorporada ao evento em 2015. Nas últimas edições, as apresentações se espalhavam pelo Pavilhão. Este ano, porém, com o intuito de dar ainda mais atenção e destaque ao tema, o evento estreitou seus laços com Paula Garcia, artista, curadora independente e colaboradora do Marina Abramovic Institute, para desenvolver um projeto inédito em um espaço de 220 metros quadrados no segundo piso do Pavilhão.

Nele, trabalhos de artistas de diferentes backgrounds se complementam ao mesmo tempo em que o público se sente parte do processo.

Clique aqui e confira todas as Performances.

Design

Definir quais são os limites entre as artes visuais e o design é uma tarefa cada vez mais difícil. A SPArte prefere unir as forças de ambas as criações oferecendo espaço para que expositores, artistas e público convivam com ainda mais proximidade.

Em sua terceira edição, reúne 33 expositores no terceiro andar do Pavilhão da Bienal. Grandes destaques do design brasileiro autoral dividem espaço com respeitados antiquários e designers independentes – a grande novidade deste ano para o setor.

Clique aqui e confira todos os expositores no setor Design

Visitas guiadas

As visitas guiadas do evento, que entraram na programação do ano passado, também estão confirmadas para esta edição.No total, serão oito roteiros, que vão se alternar durante os cinco dias de evento.

São elesArte Contemporânea Brasileira das décadas 70/80, 80/90e a partir de 2000, Modernismo e Concretismo, Arte Contemporânea Internacional, Mulheres na Arte, além dos circuitos dos setores curados Repertório e Solo.

Os recortes foram pensados a partir dos artistas e trabalhos levados por cada um dos expositores. As visitas terão partidas a cada 30 minutos, iniciando-se sempre 1h após a abertura da Feira, se estendendo até 1h antes de seu fechamento. Para participar, os interessados deverão se inscrever presencialmente no balcão do primeiro piso.

Clique aqui e confira mais detalhes sobre cada um dos roteiros.

Ciclo de debates Talks

A agenda educativa no Pavilhão da Bienal contará não só com as visitas guiadas temáticas, mas também com lançamentos de livros e com o Talks – ciclo de debates com especialistas, artistas e colecionadores.

Discutir a arte na contemporaneidade, seus movimentos e tendências é a proposta da quarta edição do Talks, série gratuita de palestras e debates que integra a programação oficial da SP-Arte – Festival Internacional de Arte de São Paulo.

Em 2018, as conversas serão mediadas por Adriana Couto, jornalista e apresentadora do programa Metrópolis, da TV Cultura, e contarão com a participação de especialistas da área, colecionadores e artistas. Entre os nomes confirmados, estão Aaron Cezar, diretor da Delfina Foundation; Betty Duker, colecionadora norte-americana; Giselle Beiguelman, artista e professora da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da USP, entre outros.

Além de gratuita, a participação no Talks garante ao visitante o acesso ao Pavilhão ainda no mesmo dia. A distribuição de ingressos será feita meia hora antes dos bate-papos (às 9h30 e às 14h) e a lotação é de 300 pessoas. Confira abaixo a programação completa:

12 de abril (quinta-feira):

Às 10h: A arte na vanguarda da identidade de gêneros
O debate discutirá como a arte pode ser uma plataforma legítima para a abordar a identidade sexual, além de apresentar um panorama do que tem sido produzido por artistas trans. O painel é conduzido por Paula Alzugaray, crítica de arte e editora da Select, revista cuja última edição foi inteiramente dedicada ao tema. Ariel Nobre e Rosa Luz, dois jovens artistas e ativistas trans, se juntam a ela, mostrando o vigor de seus trabalhos e como suas criações são ferramentas de inclusão social.

Às 11h30: Performatividade e sua conexão com as questões sociais
No ano em que o setor Performance ganha curadoria própria, a SP-Arte apresenta um painel que expõe o quanto essa linguagem tem se conectado com os mais importantes movimentos sociais. Paula Garcia, curadora do setor, se junta a Bruno Mendonça (artista, pesquisador e curador) e Maurício Ianês (artista visual) para discutir de que forma a performatividade é influenciada e se inspira pelo que acontece à sua volta.

Às 14h30: São Paulo nas Alturas
Organizado em parceria com a galeria de design Ovo, o debate é conduzido por Raul Juste Lores, autor do livro São Paulo nas Alturas e editor-chefe da revista Veja São Paulo. Na ocasião, ele discorrerá sobre o “milagre arquitetônico” ocorrido em São Paulo durante os anos 1950. Como arquitetos de vanguarda conseguiram, em uma década, erguer o Copan, o Conjunto Nacional, o Edifício Itália, as galerias Metrópole e do Rock, além dos residenciais de Artacho Jurado e boa parte do bairro Higienópolis? O que é necessário para São Paulo retomar a ambição de quando se via como a Nova York do Sul? Esses são alguns dos questionamentos que serão levantados durante o encontro.

13 de abril (sexta-feira):

Às 10h: O universo digital, novas possibilidades e caminhos para as artes
Ao passo em que novos formatos de arte emergem com a cultura digital e tornam-se mais acessíveis e dinâmicos, diferentes desafios surgem neste cenário. Qual o impacto do universo digital na produção artística e como se dá a adaptação dos artistas e das galerias nesse universo digital? Giselle Beiguelman, artista, curadora e professora da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da USP, fala sobre seu projeto Odiolândia, no qual reuniu depoimentos colhidos na internet para compor um painel crítico do comportamento dos usuários das redes sociais. Luli Radfahrer, professor de Comunicação Digital da Escola de Comunicações e Artes da USP, resgata um histórico da internet e projeta os impactos futuros sobre artistas e galeristas.

Às 11h30: Colecionismo e as novas práticas
Recentemente, a Delfina Foundation, importante instituição londrina que acolhe e apoia artistas de todo o mundo, criou uma residência exclusiva para colecionadores. Esta iniciativa foi o mote para a criação do painel, que apresenta caminhos alternativos para o colecionismo. Entre os pontos levantados, a atuação do colecionador moderno, que age não apenas em função de interesses comerciais ou particulares, mas contribui com o fazer artístico, promovendo artistas e patrocinando festivais e instituições. O diretor da Delfina Foundation, Aaron Cezar, conversa com as colecionadoras Betty Duker (americana, incentivadora da arte latino-americana) e Pulane Kingston (sul-africana, focada em artistas mulheres africanas).

Lançamentos

Neste ano, o Lounge SPArte irá concentrar todos os lançamentos: três títulos serão publicados em cada evento, que acontecem nos dias 12, 13 e 14 de abril, a partir das 17h.

Entre as publicações Cildo – estudos, espaços, tempo, livro da editora Ubu que repassa toda a obra do artista carioca Cildo Meireles. A Banca Tatuí apresenta Na outra margem, o Leviatã, publicação que reúne contos de Cristhiano Aguiar.

Clique aqui e confira todos os lançamentos.

 


Serviço – SPArte/2018

Divulgação SP-Arte

Datas abertas ao público:
12 a 15 de abril – Quinta-feira a sábado, das 13h às 21h. Domingo, de 11h às 19h.
Preview: 11 de abril
Pavilhão da Bienal – Parque Ibirapuera, Portão 3 – São Paulo, Brasil

Entrada:
R$ 45,00 [geral] | R$ 20,00 [meia promocional*]
*Estudantes, portadores de deficiência, idosos com mais de 60 anos, jovens entre 15 e 29 anos pertencentes a famílias de baixa renda, profissionais dos quadros docentes ou de gestão da rede pública estadual e municipal de ensino e portadores do Vale-Cultura poderão adquirir a meia entrada promocional, mediante apresentação de documento oficial com foto e respectivo documento de registro ao benefício. Crianças de até 10 anos não pagam entrada. A bilheteria encerra suas atividades 30 minutos antes do término do evento.

Clique aqui e confira as galerias do projeto Solo.
Clique aqui e confira as galerias do projeto Repertório.

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