Guia completo para o bairro da Liberdade: história, cultura e gastronomia

destaques SP do turismo

Confira as sugestões que já fazem parte da minha vivência, listadas nesta matéria especial, para que você também conheça a fundo o bairro da Liberdade nos quesitos: históricocultural (antes e após a imigração japonesa) e, principalmente, gastronômico.

Foto de capa: Montagem das fotos clicadas durante o evento Japão.Br realizado em junho de 2019 (R.Gushiken/SPdagaroa)


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🏛 História

1. Museu Histórico da Imigração Japonesa no Brasil no Bunkyo (Sociedade Brasileira de Cultura Japonesa e de Assistência Social)

Reinaugurado sétimo andar expositivo do MHIJB, onde simula o cotidiano dos imigrantes japoneses na primeira metade do século 20 (R.Gushiken/SPdagaroa)

O Bunkyo, da abreviatura em japonês de “Sociedade Brasileira de Cultura Japonesa e de Assistência Social”, localizado no endereço bem famoso no bairro da Liberdade, a esquina da rua Galvão Bueno com a São Joaquim (rua da estação de metrô homônima), é um dos lugares que já conhecia e ouvia falar desde a infância, porém, foi só no evento Japão.Br, organizado pela blogueira de viagem, Patrícia Takehana, é que pude conhecer mais a fundo sobre toda a proposta da Asssociação, e por fim, que nela estava o Museu Histórico da Imigração Japonesa no Brasil.

Foram duas edições (2018 e 2019) do Japão.Br em que tive o privilégio de participar e conhecer o MHIJB. Na primeira vez, só dois (8º e 9º) dos três andares expositivos estavam abertos ao público, pois o 7º ainda estava em reformas. Mas eis que, na segunda vez e com muita felicidade, pude conhecer esse andar que faltava, reinaugurado no dia 1º de maio deste ano, na mesma data oficial da mudança de “Era Imperial” no Japão, ou seja, o imperador Akihito da “Era Heisei” abdicara para que seu filho Naruhito assumisse e iniciasse a “Era Reiwa” (tradução: “bela harmonia”).

Monumento em granito sinalizador do MHIJB que fica no hall de entrada do reinaugurado 7º andar expositivo (R.Gushiken/SPdagaroa)

O MHIJB já está em atividade há mais de 41 anos, inclusive, o imperador Akihito e a imperatriz Michiko estiveram presentes na inauguração, em 1978. Seu acervo conta com mais de 97 mil conteúdos entre objetos, documentos e fotos em exposição e em arquivo; numa área de 1.350 m² (os 3 andares já citados anteriormente), e com média de 2 mil visitantes por mês.

A proposta oferecida é de conhecer ou se aprofundar mais na história (árdua e desbravante) e curiosidades da trajetória dos imigrantes japoneses que começaram a chegar no Brasil no início do século 20 (a partir de 1908), ocupando estados como São Paulo, Paraná, Mato Grosso, e até o Pará; por onde enraizaram a sua cultura e identidade, até se integrarem na sociedade brasileira.

A visita ao MHIJB é voltado não só para os descendentes ou admiradores da cultura japonesa, e sim, para todos que almejam entender um pouco da contextualização histórica da vinda destes e de todos os outros imigrantes para o Brasil, e também, entender a nossa formação social de múltiplas culturas e etnias.

Fotos captadas durante o 3º Encontro do evento Japão.Br (Créditos: R.Gushiken/SPdagaroa):

Serviço — MHIJB no Bunkyo:
Endereço:
 Rua São Joaquim, 321 – Bairro Liberdade – São Paulo (SP)
Horário: Terça a domingo, das 13h30 às 17h
Ingresso: R$12 (inteira), R$ 6 (meia entrada)
Site oficial: www.museubunkyo.org.br

Redes Sociais:
https://www.facebook.com/museuimigracaojaponesa/
https://www.instagram.com/japan_escola/


Reveja a primeira matéria com citações do Bunkyo e do Museu Histórico da Imigração Japonesa no Brasil: clique aqui


2. Visita monitorada pela Liberdade com foco em seu passado colonial e como bairro dos afrodescendentes

Fachada da Casa de Velas Santa Rita, localizada na rua dos Estudantes, e que comercializa artigos religiosos afro-brasileiros (Umbanda/Candomblé), simbolizando a resistência e a ocupação dos primeiros habitantes do bairro da Liberdade — os afrodescendentes trazidos como escravos ao Brasil colonial (R.Gushiken/SPdagaroa)

Durante o 3º Japão.Br, a sua organizadora Patrícia Takehana, nos conduziu para uma caminhada a pé pela Liberdade, na qual ela frisou um pouco sobre o passado do bairro antes da chegada dos imigrantes japoneses, que de fato, ali fora um bairro dos afrodescendentes, trazidos como escravos durante o período colonial do Brasil (séculos 16-19).

Então, fomos conhecer alguns dos lugares ainda preservados no bairro e tombados pelo patrimônio histórico (CONDEPHAAT e CONPRESP), que nos remete a essa época, como por exemplo, as capelas de Nossa Senhora dos Aflitos e de Santa Cruz das Almas dos Enforcados.

A primeira, mais conhecida como Capela dos Aflitos, fica em um beco com acesso pela rua dos Estudantes. Foi inaugurada em 1775 e está ligada com a história da primeira necrópole da cidade, o Cemitério dos Aflitos, que ficava em sua volta e reservada apenas para o sepultamento de indigentes, escravos e os condenados à morte na forca, conhecidos por “supliciados“. Funcionou até o ano de 1858 com a abertura do Cemitério da Consolação, e sendo assim, foi fechado e a maioria do terreno loteado. No ano de 2018, parte desse antigo cemitério virou área de interesse arqueológico para estudos e pesquisas, pois foram encontrados esqueletos que indicam ser remanescentes de escravos.

Fotos captadas durante o 3º Encontro do evento Japão.Br (Créditos: R.Gushiken/SPdagaroa):

A segunda, nomeada apenas para Capela Santa Cruz das Almas, está na esquina da rua dos Estudantes com a avenida Liberdade. Foi construída a partir de 1887 no mesmo local de uma antiga cruz denominada de “Santa Cruz dos Enforcados“, a qual homenageava o soldado afrodescendente Francisco José das Chagas, o famoso Chaguinhas, condenado a morte. Ele foi executado a pauladas no dia 20 de setembro de 1821 no antigo “Paço da Forca” (atual Praça da Liberdade), depois que a corda da forca pendurada em seu pescoço se rompeu por duas vezes, e o público que acompanhava sua execução teria começado a gritar: “Liberdade!, Liberdade!” — daí se explica o surgimento do nome do bairro.

Fotos captadas durante o 3º Encontro do evento Japão.Br (Créditos: R.Gushiken/SPdagaroa):

A caminhada passou por outros pontos históricos do bairro mas sem os vestígios remanescentes de suas origens, como por exemplo, o Largo da Pólvora, atualmente um jardim ao estilo japonês, mas que no século 18 fora um grande armazém de explosivos (motivo que batizou o nome do lugar) e demolido no ano de 1832.

Recomendo o passeio com a narrativa histórica in loco para que se possa conhecer mais a Liberdade antes e após a chegada dos imigrantes japoneses. Vale a pena também a visita individual às capelas tombadas pelo patrimônio histórico e arqueológico.

Serviço — Igreja Nossa Senhora dos Aflitos
(ARQUIDIOCESE DE SÃO PAULO – REGIÃO EPISCOPAL SÉ)
:
Endereço:
Rua dos Aflitos , 70 – Traves. Rua dos Estudantes – alt. nº 52 , Liberdade
Horário: Atendimento da secretaria – De segunda a sexta-feira, das 09:00 às 17:00. Sábado, das 10:00 às 16:00. Domingo, das 10:00 às 16:00. 
Telefone: (11) 3275-2028

Site oficial: http://www.arquisp.org.br/regiaose/paroquias/mosteiros-igrejas-historicas-oratorios-da-regiao-se/igreja-nossa-senhora-dos-aflitos

Serviço — Igreja Santa Cruz das Almas dos Enforcados
(ARQUIDIOCESE DE SÃO PAULO – REGIÃO EPISCOPAL SÉ)
:
Endereço:
Praça da Liberdade , 238 , Liberdade
Horário: Atendimento da secretaria – Segunda-feira, das 07:00 às 19:45. Terça-feira, das 07:00 às 18:45. Quarta-feira, das 07:00 às 18:45. Quinta-feira, das 07:00 às 18:45. Sexta-feira, das 07:00 às 18:45. Sábado, das 07:00 às 12:45. Domingo, das 07:00 às 12:45. 
Telefone: (11) 3208-7591

Site oficial:
http://www.arquisp.org.br/regiaose/paroquias/mosteiros-igrejas-historicas-oratorios-da-regiao-se/igreja-santa-cruz-das-almas-dos-enforcados

Serviço — Passeio com narrativa histórica in loco pelo bairro da Liberdade:
Condução: Patrícia Takehana (Bagagem de Memórias)

E-mail: contato@bagagemdememorias.com


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🎎 Cultura

3. Vivência na tradição musical com o grupo Himawari Taikô

Blogueiros de viagem do 3º Japão.Br na aula experimental ocorrida na Associação Okinawa Kenjin do Brasil com o grupo expoente da cultura japonesa no Brasil, Himawari Taikô (R.Gushiken/SPdagaroa)

A imersão na cultura japonesa foi mandatória nesse 3º Japão.Br, pois o nosso grupo “entrou de cabeça” mesmo nas vivências, como por exemplo, de como manejar um “taikô” (o tambor da percussão japonesa), e que geralmente é tocado de forma coletiva, em sincronia com os ritmos das batidas e até de coreografia com os movimentos dos braços e pernas, ou seja, a nossa coordenação foi muito bem testada!

O grupo Himawari Taikô foi o responsável por nos proporcionar essa aula exclusiva em seu local de ensaios, a Associação Okinawa Kenjin do Brasil que fica na Liberdade. Formado inicialmente por amigos nikkeis da cidade de São Paulo mas que atualmente já agrega integrantes não descendentes e admiradores, o grupo possui o objetivo de ser expoente dessa arte tradicional japonesa aqui no Brasil.

Fotos captadas durante o 3º Encontro do evento Japão.Br (Créditos: R.Gushiken/SPdagaroa):

Tivemos um aprendizado teórico que nos contextualizou sobre a história do taikô na época feudal japonesa e de pré-Guerras Mundiais, como por exemplo, de que fora utilizado para ritmar a marcha de tropas de exército. Até soubemos um pouco de como são feitos os corpos e as peles dos tambores, e por fim, entendemos que a nomenclatura de taikô se aplica também à performance coletiva praticada no palco. O estilo do Himawari é influenciado por grupos contemporâneos que atuam no Japão, na linha chamada “Kawasuji Daiko”.

Se você quiser saber mais sobre a arte do taikô, acompanhe a agenda de apresentações do grupo Himawari em suas redes sociais, geralmente presente em festividades de temática oriental no estado de SP e outros do Brasil também. E para contratação em eventos e festas ou para tentar ver algum ensaio deles, contate-os por e-mail que está no site oficial.

Vídeos captados durante o 3º Encontro do evento Japão.Br (Créditos: R.Gushiken/SPdagaroa):

Apresentação do grupo Himawari Taikô na Associação Okinawa Kenjin do Brasil durante o 3º Japão.Br
Aula demonstrativa e exclusiva proporcionada pelo grupo Himawari com os blogueiros de viagem do 3º Japão.Br, da qual tivemos uma noção de como é tocar o ‘taikô’ – o tambor da percussão japonesa

Serviço — Grupo Himawari Taikô
Para contratação em festas e eventos ou mais informações do grupo – Contate por e-mail: himawaritk@gmail.com
Site oficial:
http://www.himawaritaiko.com.br/
Redes Sociais:
https://www.instagram.com/himawaritaiko/
https://www.facebook.com/himawari.taiko/

Serviço — Associação Okinawa Kenjin do Brasil:
Endereço: Rua Tomás de Lima, 72, Liberdade – São Paulo/SP (Próximo ao Metrô Liberdade – 15 min. andando)
Horário: De segunda a sexta-feira, das 9h às 18h
Telefones: (11) 3106-8823 / (11) 3241-0874
E-mails: brasil@okinawa.org.br / kenjinkai@okinawa.org.br
Site oficial: http://okinawa-brasil.blogspot.com/


4. Vivência no desenho contemporâneo com a Escola de Mangá Japan Sunset

Resultado dos meus desenhos que fiz durante o workshop do profº Fabio Shin em sua Escola de Mangá Japan Sunset (R.Gushiken/SPdagaroa)

E aí, vocês acham que eu tenho jeito para desenhar mangá? ^_^ Pois saibam que curti muito essa outra imersão cultural proporcionada pelo evento Japão.Br, que vivenciei na Escola de Mangá Japan Sunset de Fabio Shin, o primeiro professor desse estilo de desenho do bairro da Liberdade!

Bom, para quem não sabe, o termo “mangá” pode ser traduzido como “história em quadrinhos” nesse estilo característico de desenho japonês em que realça mais o tamanho dos olhos. E por que no mangá se faz olhos tão grandes e desproporcionados com outras partes do corpo?

Segundo Fabio, a explicação é de que esse tamanho aumentado propositalmente, reforça a expressividade do rosto, ou seja, nas histórias em quadrinhos no geral, os olhos dos personagens são as marcações usuais para transmitir seus sentimentos e emoções.

Fotos captadas durante o 3º Encontro do evento Japão.Br (Créditos: R.Gushiken/SPdagaroa):

Antes de ter feito o passo a passo com o nosso grupo de blogueiros de viagem para a elaboração de alguns mangás, Fabio explica que estimula cada aluno a transmitir a sua criatividade interna, apoiada continuamente na paciência e competência. E nos casos de alunos muito inibidos e com dificudades, é aplicada a técnica da hipnose (sim, ele é hipnólogo também) para que eles possam “desbloquear” suas travas emocionais, e se sintam estimulados a concentração intensa e foco criativo.

Para você que é fã de mangá e animê, recomendo e muito que faça pelo menos uma aula experimental e sem compromisso em uma das 9 unidades da Japan Sunset, além da opção da aula particular em sua residência. O primeiro contato pode ser feito no WhatsApp ou no formulário do site oficial.

Serviço — Escola de Mangá Japan Sunset:
Endereço da unidade Liberdade:
Av. Liberdade 65, 5º Andar – Conjunto 506 – Centro – São Paulo/SP (próximo ao Metrô Liberdade em cima do Banco Itaú)
Consulta de todas as unidades: clique aqui
WhatsApp: (11)
99292-3937
E-mail:
fabioshin2005@gmail.com
Site oficial: https://www.fabioshin.com/
Mais infos sobre o Fabio Shin: https://www.fabioshin.com/fabio-shin
Redes Sociais:
https://www.facebook.com/EscolaDeMangaJapanSunset/
https://www.instagram.com/japan_escola/


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🍛 Gastronomia

5. Rua Thomaz Gonzaga: a “Rua dos Restaurantes” ou a “Rua dos Sabores” da Liberdade

Rua Thomaz Gonzaga vista da rua Galvão Bueno, a conhecida “rua dos restaurantes” do bairro e contemplada com as famosas lanternas orientais, os “suzurantõ” (R.Gushiken/SPdagaroa)

A caminhada a pé pelo bairro, conduzida pela Patrícia Takehana do Japão.Br, também focou no quesito gastronômico, e sendo assim, passamos na rua Thomaz Gonzaga (entre a avenida Liberdade e a rua Galvão Bueno), onde ela apontou e detalhou alguns dos 21 estabelecimentos (entre casas de lámen, restaurantes com rodízio ou buffet, izakaya e docerias) concentrados em menos de 150 metros de extensão, e os quais fazem a fama do lugar como a “Rua dos Restaurantes” ou a “Rua dos Sabores“.

A fama se deve também de que ali é que surgiram os primeiros restaurantes de culinária japonesa de São Paulo, e do Brasil inclusive, a partir de 1965. Outro fato que ajudou a “Thomaz Gonzaga” se popularizar como uma “Little Japan” daqui, foi o “Plano de Orientalização da Liberdade” iniciado no começo da década de 70, que entre várias ações, implementou as famosas lanternas orientais (“suzurantõ”) não só nesta rua, mas em muitas da Liberdade, e assim, caracterizaram o bairro todo como um reduto oriental.

Bom, agora vamos ao que interessa que é a comida! Seguem alguns destaques da Thomaz Gonzaga que conheci por meio do evento Japão.Br e de sugestões minhas mesmo, pois sou um frequentador assíduo da rua e recomendo sempre algo de lá a todos meus amigos e familiares, e agora, a vocês também, meus estimados seguidores/leitores. Então, tome nota!


Irashaimassê!” (いらっしゃいませ!)
➡ É uma expressão da língua japonesa muito usada para recepcionar clientes nas lojas, estabelecimentos e restaurantes do Japão com o significado de “Seja bem-vindo“.
Você talvez, possa ouvir isso na região da Liberdade também.


5.1 Komei Restaurante

Fachada do Komei Restaurante na icônica rua Thomaz Gonzaga da Liberdade (R.Gushiken/SPdagaroa)

Comida japonesa vai além do sushi e sashimi” — foi o que a Patrícia (na foto acima) nos mencionou no Komei Restaurante, lugar da nossa primeira experiência gastronômica dentro de seu evento Japão.Br.

E com as suas palavras, eu defino (e recomendo imensamente) o estilo de culinária nipônica praticado nesse restaurante, sob o comando do chef Igor Iha, que se especializou em fazer pratos quentes, por sinal, mais consumidos que os frios no próprio Japão; e são as especialidades da casa, como por exemplo: os lámens (já populares em SP), e os empanados de carne de frango (karaague e torikatsu), carne suína (tonkatsu), carne bovina (gyukatsu), peixe (fish furai) e camarão (ebi furai); todos acompanhados do karê raisu (arroz com curry japonês) ou servidos como porções.

opções de pratos veganos e vegetarianos nesse ambiente super casual e de preços bem justos condizentes às qualidades de serviço e gastronomia.

Fotos captadas durante o 3º Encontro do evento Japão.Br (Créditos: R.Gushiken/SPdagaroa):

Segue o cardápio em detalhes com todos os itens servidos no restaurante e os seus respectivos preços:

Cardápio do Komei Restaurante (R.Gushiken/SPdagaroa)

Cardápio do Komei Restaurante (R.Gushiken/SPdagaroa)

Cardápio do Komei Restaurante (R.Gushiken/SPdagaroa)

Cardápio do Komei Restaurante (R.Gushiken/SPdagaroa)

Serviço — Komei Restaurante:
Endereço: Rua Thomaz Gonzaga, 65
 – Liberdade – São Paulo/SP
Horários: De segunda-feira a sábado (às terças-feiras fica FECHADO), das 11h30 às 22h. Domingo, das 11h30 às 21h.
Telefone: (11) 2688-3783
E-mail: komeirestaurant@gmail.com
Redes Sociais:
https://www.facebook.com/komeirestaurante/
https://www.instagram.com/komeirestaurante/


Lámen ou rámen?
➡ A origem do prato é chinesa, mas ele acabou se desenvolvendo no Japão a partir do século 19, quando começou a se popularizar em bairros chineses em cidades portuárias como Kobe e Yokohama (bem perto da capital Tóquio). O nome “lámen” vem do chinês “lamian”, que os japoneses começaram a pronunciar “rámen” (ラーメン);

Eles são diferentes?
➡ Não, lámen e rámen são nomes dados a um mesmo prato, que é, basicamente, um bowl de caldo quente com macarrão, porém, feitos com estilos diferentes. 

(Trecho retirado da matéria publicada no HuffPost Brasil)


5.2 Ikkousha Rámen Brasil

Nas nossas andaças pela Thomaz Gonzaga, Patrícia foi apontando alguns restaurantes que são de seu agrado pessoal, e que coincidentemente, também são do meu (risos).

Um que nós amamos é a filial brasileira da rede Ikkousha, proveniente da cidade de Hakata (sul do Japão), e que oferece a iguaria especialidade e típica dessa região, o “Tonkotsu Rámen” — feito de caldo cremoso resultante de vários processos de cozimento com ossos de porco.

Outro item muito apreciado do cardápio, o qual recomendo, é a porção frita ou cozida, servida à escolha do cliente, de Gyoza (bolinho de massa recheado com carne suína). E para uma ótima harmonização, uma boa cerveja a acompanha muito bem.

Serviço — Ikkousha Rámen Brasil:
Endereço: Rua Thomaz Gonzaga, 45 – Loja E – Liberdade – São Paulo/SP
Horários: Segunda a Sexta, das 11h30 às 15h00 e das 18h00 às 22h00. Sábados e Feriados, das 11h00 às 15h30 e das 18h00 às 22h00. Domingos, das
11h00 às 15h30 e das 18h00 às 21h00.
Telefone: (11) 3132-6033
E-mail: info@ikkousha.com.br
Site oficial: http://www.ikkousha.com.br/
Redes Sociais:
https://www.facebook.com/ikkoushabrasil/
https://www.instagram.com/ikkousha_brasil/

5.3 Hinodê

Um restaurante japonês o qual já fui algumas vezes e que sempre menciono quando se fala da Thomaz Gonzaga, é o Hinodê (não tem nada a ver com a empresa de cosméticos), justamente por ser o mais antigo em operação na cidade de São Paulo e do Brasil, fundado no ano de 1965, e até hoje, mantém a autêntica culinária japonesa tradicional.

A fachada e a construção estrutural também transmitem esse conceito de tradição, pois em sua última reforma realizada no ano de 1995, foi mantido o “miyadaiku” (marcenaria dos templos e castelos do Japão) original da época da fundação.

Uma característica peculiar da casa é a placa “não temos rodízio” que fica logo em sua entrada, sem o intuito de “espantar a clientela”, e na verdade, de frisar a todos de que as técnicas artesanais passadas de geração a geração (atualmente sob o comando do chef Sekai Sekiguchi) e a preocupação com a qualidade do peixe e de outros ingredientes são a essência do Hinodê.

Serviço — Hinodê Restaurante:
Endereço: Rua Thomaz Gonzaga, 62 – Liberdade – São Paulo/SP
Horários: Segunda, quarta, quinta e sexta, das 11h30 às 14h e das 18h30 às 23h. Sábado, das 12h às 14h30 e das 18h30 às 23h. Terça fica fechado. Domingo, das 12h às 16h e das 18h30 às 22h
.
Telefone: (11) 3208-6633

5.4 Yamaga

Outro restaurante japonês “das antigas” na Thomaz Gonzaga e que já frequentei é o Yamaga.

O ano de sua fundação é de 1978, mas o chef Toshizu Nonoguchi assumiu o empreendimento em 1985, e desde então, deixa exposto no salão do restaurante, o seu famoso “Certificado de Culinária Tradicional Japonesa” que recebeu do governo japonês na província de Aichi.

Ressaltando que ele é um dos poucos no mundo que possuem esse reconhecimento.

Serviço — Yamaga Restaurante:
Endereço: Rua Thomaz Gonzaga, 66 – Liberdade – São Paulo/SP
Horários:
Segundas, Terças, Quintas e Sextas: 11:30h – 14:30h e 18:30h – 22:30h. Sábados: 12h – 15h e 18h – 23h. Domingos: 12h – 21h. Fechado nas Quartas.
Telefone: (11) 3275-1790

Site oficial: https://www.yamagarestaurante.com.br/
Redes Sociais:
https://www.facebook.com/YamagaLtda/
https://www.instagram.com/restaurante_yamaga/

5.5 Porque sim

Este é o lugar que mais frequento da Thomaz Gonzaga, talvez por achar que apresenta o melhor custo-benefício com os seus famosos e bem servidos “teishokus” (espécie de combo composto de pequenas porções e um prato principal) que eu só aprovo do Porque Sim.

É o único estabelecimento da rua que concilia gastronomia com cultura e entretenimento. No térreo, estão as mesas do restaurante junto com as prateleiras cheias de mangás (HQ japonês) disponíveis para leitura. E no primeiro andar ficam os boxes de karaokê, que são salas privativas e fechadas para grupos “soltarem o gogó” e usufruirem os comes e bebes do cardápio do restaurante, ou seja, uma boa dica de lugar para se comemorar o aniversário com amigos e/ou familiares.

A outra dica fundamental, se você planeja ir lá, é de chegar cedo, pois formam-se filas em todos os dias de funcionamento.

Serviço — Porque Sim Karaokê Box e Lámen House:
Endereço: Rua Thomaz Gonzaga, 75 – Liberdade – São Paulo/SP
Horários:
Segundas, Terças, Quintas, Sextas, Sábados e Domingos: 11:30h – 15:00h e 18:00h – 22:00h. Fechado nas Quartas.
Telefone: (11) 3277-1557

Site oficial: http://www.karaokeboxporquesim.com.br/
Redes Sociais:
https://www.facebook.com/restauranteKaraokeBoxPorqueSim

5.6 Lámen Kazu

Se não me engano, o Lámen Kazu foi a primeira casa da Liberdade a oferecer exclusivamente “lámen” e o tornou popular ao paladar brasileiro. E sendo assim, desde a sua fundação em 2008, que atrai uma grande clientela que forma filas praticamente todos os dias.

Devido a esse grande sucesso, tiveram que mudar para um espaço maior, na mesma rua, agora no nº 87 (além de abrir uma outra unidade na região da Paulista), e claro, continuando a oferecer seus tradicionais pratos do macarrão japonês com as opções de caldo com sal, shoyu ou missô; que são a especialidade da casa e frutos da parceria com a rede japonesa de restaurantes Misoya Ramen.

Serviço — Lámen Kazu Japanese Noodle Bar:

Unidade Liberdade
Endereço: Rua Thomaz Gonzaga, 87 – Liberdade – São Paulo/SP
Horários:
Seg. a sab.: 11h às 15h e 18h às 22h30. Dom. e Feriados: 11h às 15h e 18h às 21h.
Telefone: (11) 3277-4286


Unidade Paulista
Endereço: Alameda Santos, 53 – Paulista – São Paulo/SP
Horários: Seg a Sab – 11h às 15h30 e 
17h30 às 22h30. Domingo: 11h às 16h. Feriados: 11h às 15h30 e 17h30 às 21h.
Telefone: (11) 3251-1836


Site oficial: https://lamenkazu.com.br/
Redes Sociais:
https://www.facebook.com/LamenKazu

https://www.instagram.com/lamen_kazu/

5.7 Espaço Kazu

O Lámen Kazu faz parte do grupo do Espaço Kazu que fica do outro lado da rua, e ambos foram os responsáveis pela modernização e revitalização (de uma certa forma) da Thomaz Gonzaga e do próprio bairro Liberdade em si, em meados dos anos 2000, ao trazer um mix de culinária japonesa tradicional com contemporânea (em conexão com o Japão atual), e que por finalidade, atraíram e renovaram muito o público frequentador desta via. O espaço, na minha opinão, é uma das melhores experiências gastronômicas que eu já tive, pois ali tem:

• No térreo, um izakaya (espécie de “boteco japa”) com comida de pratos típicos, quentes e frios, à la carte e acompanhados de um buffet de saladas;
• No primeiro andar, uma confeitaria artesanal, o Kazu Cake, com doces do estilo do que é servido no Japão, ou seja, com uma ótima apresentação e “não muito doces”. Funciona como uma cafeteria também;
• E por fim, junto com a confeitaria, há uma adega climatizada só de sakês, a maior especializada na bebida no Brasil, e que conta com mais de 150 rótulos selecionados.

Até o ano passado (2018), no primeiro andar também havia o Meu Udon, especializado em servir, tipo um lámen, com o “macarrão udon” (mais grosso na espessura), porém, foi descontinuado para ceder o seu espaço ao novo Kazu Cake, que foi todo reformado recentemente, e tive a oportunidade de conhecê-lo depois de reinaugurado, durante o evento do Japão. Br. Veja as fotos na galeria abaixo, pois vale a pena ir lá nem que seja para tomar um cafézinho.

Fotos captadas durante o 3º Encontro do evento Japão.Br (Créditos: R.Gushiken/SPdagaroa):

Serviço — Espaço Kazu Japanese Gourmet:
Endereço: Rua Thomaz Gonzaga, 84/90
 – Liberdade – São Paulo/SP
Horários:

Izakaya Kazu – Almoço:
Segunda – 11:00 às 15:00. Quarta a Domingo e Feriados – 11:00 às 15:30. Folga às Terças.
Izakaya Kazu – Jantar:
Segunda a Sábado – 18:00 às 22:30. Domingos e Feriados – 18:00 às 21:00. Folga às Terças.
Kazu Cake e Sake Emporium:
Segundas, quartas e feriados, das 10:00 às 21:00. Folga às Terças
Telefone (Reservas somente na semana):

Izakaya – (11) 3208.6177 | Cake e Sake Emporium – (11) 3203.1588 | Demais Informações – (11) 3208.6179
Site oficial
: http://www.espacokazu.com.br/
Redes Sociais:
https://www.facebook.com/espacokazu/
https://www.instagram.com/espacokazuoficial/


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6. Samurai Restaurante & Karaokê

Lámen servido no Samurai Restaurante localizado na rua da Glória (R.Gushiken/SPdagaroa)

A outra experiência proporcionada pelo evento Japão.Br foi o nosso jantar especial na área do tatame do Samurai Restaurante & Karaokê, onde comemos como japoneses, literalmente, sem os calçados e sentados direto no chão, apenas acomodados em cima de uma almofada.

Localizado na rua da Glória, outra via do bairro com um circuito peculiar de gastronomia e entretenimento, o restaurante foi fundado em 1969, e curiosamente, começou o cardápio só com comidas tipicamente brasileira. Com o tempo foi se “orientalizando” e no ano de 1987, assumiu de vez a identidade de restaurante de culinária japonesa, oferecendo um cardápio vasto de pratos típicos, e mudou-se para um outro local maior de três andares, mas na mesma rua. Em 1999, é que abriu um andar para a instalação de um karaokê, e foi assim que o restaurante se popularizou bastante, atraindo várias gravações de programas de TV por lá, e a presença de celebridades nacionais e internacionais.

Tivemos um cardápio adaptado para o nosso grupo, mas saboreamos a diversidade de pratos típicos que poucos restaurantes oferecem na Liberdade. Eu fiquei com o Lámen típico da casa, composto de “tyashu” (lombo de porco fatiado), “kamaboku” (massa de peixe), “tikuwa” (outra massa de peixe) e cebolinha no caldo de shoyu. Como parte do combo que escolhi, comi também um Temaki de Salmão clássico (sem cream cheese). E de bebida, fiquei com um Ban-chá (chá verde), que é ótimo para a digestão segundo os japoneses.

O lugar é recomendável para ir em grupo de amigos que curtem comer, beber, e também, “soltar o gogó” coletivamente, ou seja, perfeito para se comemorar um aniversário, como já fiz uma vez e foi inesquecível!

Fotos captadas durante o 3º Encontro do evento Japão.Br, exceto a do Karaokê (Créditos: R.Gushiken/SPdagaroa e Divulgação):

Cardápio adaptado do Samurai para o evento Japão.Br, do qual já podemos ter uma noção da diversidade de pratos que são servidos por lá (R.Gushiken/SPdagaroa)

Serviço — Samurai Restaurante & Karaokê:
Endereço:
Rua da Glória, 608 – Liberdade – São Paulo/SP
Horários:
Segunda-feira: 19:00 – 02:00. Terça-feira: 19:00 – 02:00. Quarta-feira: 19:00 – 03:00. Quinta-feira: 19:00 – 03:00. Sexta-feira: 19:00 – 04:00. Sábado: 19:00 – 04:00. Domingo fica fechado.
Telefone (somente após às 19h):
(11) 3208-6969 e (11) 3277-0720
WhatsApp: (11) 95954-9676 ou (11) 97135-5004
Site oficial
: https://www.restaurantesamurai.com.br/
Redes Sociais:
https://www.facebook.com/samurairestaurantekaraoke/
https://www.instagram.com/restaurante.samurai/


LOCALIZAÇÃO FACILITADA: Segue abaixo um mapa com a localização indicada de todas as minhas dicas e sugestões agrupadas:



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AGRADECIMENTOS: Este roteiro contou com o apoio e patrocínio de todos os colaboradores participantes do evento Japão.Br3ª edição 2019
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3ª edição do JAPÃO.BR — idealizado por Patrícia Takehana do blog Bagagem de Memórias, e realizado em junho de 2019.

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Rafael Gushiken

Rafael Gushiken

Idealizador e editor-chefe at São Paulo da garoa
Rafael Gushiken é o idealizador e editor-chefe do portal São Paulo da garoa, para o qual seleciona as melhores dicas sobre cotidiano, cultura, história, turismo e gastronomia da terra da garoa; com a realização de exclusivas coberturas jornalísticas de eventos e passeios de interesse ao público paulistano e paulista em geral. É publicitário de formação, especializado em Marketing e Conteúdo Digital, Assessoria de Imprensa e Relações Públicas; e se "aventura" como fotógrafo e curador cultural.

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