Como os imigrantes influenciaram a culinária brasileira?

Por: Rafa Gushi

Imagem: Reprodução/Museu da Imigração do Estado SP (Rodrigo Lopes)

A influência africana

O Brasil teve um enorme fluxo de escravos vindo da África, o que formou grande parte da descendência brasileira. Popularizaram o óleo de dendê e o leite de coco, ingredientes muito presentes na culinária regional do estado da Bahia.

Imagem: Dendê (Reprodução/Petrobras)

O Brasil teve um enorme fluxo de escravizados vindo da África, o que formou grande parte da descendência brasileira. Popularizaram o óleo de dendê e o leite de coco, ingredientes muito presentes na culinária regional do estado da Bahia.

A influência portuguesa

O Brasil teve um enorme fluxo de escravos vindo da África, o que formou grande parte da descendência brasileira. Popularizaram o óleo de dendê e o leite de coco, ingredientes muito presentes na culinária regional do estado da Bahia.

Imagem: Quindim (Reprodução/Vanessa Acioly)

O Brasil foi uma das mais importantes colônias de Portugal, por isso, a influência portuguesa é imensa, não só se fala a mesma língua como também se transferiu muitos dos hábitos alimentares: caldo verde, bacalhoada e quindim.

A influência italiana

O Brasil teve um enorme fluxo de escravos vindo da África, o que formou grande parte da descendência brasileira. Popularizaram o óleo de dendê e o leite de coco, ingredientes muito presentes na culinária regional do estado da Bahia.

Imagem: Macarrão Artesanal (Reprodução/Entre Tulipas)

Foram os italianos que fizeram com que as massas e a farinha de trigo se tornassem parte da culinária brasileira. O macarrão está para os brasileiros assim como o arroz e o feijão. No mundo dos doces, o sorvete se tornou popular.

A influência alemã

O Brasil teve um enorme fluxo de escravos vindo da África, o que formou grande parte da descendência brasileira. Popularizaram o óleo de dendê e o leite de coco, ingredientes muito presentes na culinária regional do estado da Bahia.

Imagem: Cerveja Weissbier (Reprodução/Belisario Roldan)

Os alemães se concentraram mais na região sul do Brasil fazendo com que a cerveja, as carnes de porco e as batatas se tornassem bastante popular por lá. Eles também trouxeram as salsichas, a mortadela e o toucinho.

A influência espanhola

O Brasil teve um enorme fluxo de escravos vindo da África, o que formou grande parte da descendência brasileira. Popularizaram o óleo de dendê e o leite de coco, ingredientes muito presentes na culinária regional do estado da Bahia.

Imagem: Paella (Reprodução/Restaurante Paellas Pepe)

Assim como dos italianos e alemães, herdamos dos espanhóis o hábito do consumo de embutidos, como o jamón, espécie de presunto cru curado. Entre as receitas mais populares que foram incorporadas à nossa culinária, está a paella. E como sobremesa incorporada, o churros.

A influência japonesa

O Brasil teve um enorme fluxo de escravos vindo da África, o que formou grande parte da descendência brasileira. Popularizaram o óleo de dendê e o leite de coco, ingredientes muito presentes na culinária regional do estado da Bahia.

Imagem: Sushi (Reprodução/Piririviana)

Não há um brasileiro que não tenha comido pastel e até mesmo sushi. E muitos aderiram aos alimentos japoneses para terem mais qualidade de vida, utilizando por exemplo: a soja, as algas, o broto de feijão, entre outros.

A influência árabe

O Brasil teve um enorme fluxo de escravos vindo da África, o que formou grande parte da descendência brasileira. Popularizaram o óleo de dendê e o leite de coco, ingredientes muito presentes na culinária regional do estado da Bahia.

Imagem: Esfirra (Reprodução/Habib’s)

Da primeira leva de sírio-libaneses que chegaram em terras brasilis por engano (meados do séc. 19) aos recentes refugiados da guerra civil da Síria (anos 2000). Estabelecidos no comércio, popularizaram a “25 de março” e muitos itens de seu cardápio: grãos, quibe, esfirra, doces com mel, amêndoas ou frutas secas (baklava ou burma).